Chamar/ser chamada de “gostosa” na rua é um direito?

Assédio sexual em espaços públicos ou cantada de pedreiro: qualquer seja o nome que se dê ao fenômeno social de homens dirigirem comentários de teor sexual a mulheres desconhecidas nas ruas, o tema gera polêmica.

E como qualquer polêmica, esta se instaura por uma falta de consenso a respeito do assunto – neste caso, sobre os limites desta prática social. É, ao menos, o que aparenta ocorrer pela forma como o assunto vem sendo abordado na TV e outros meios de comunicação.

De um lado, movimentos feministas nas redes sociais e alguns órgãos públicos se posicionam afirmando que a prática constitui uma forma de violência contra a mulher. Talvez uma das campanhas mais conhecidas seja a pesquisa Chega de Fiu Fiu, do site Think Olga.

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo, em parceria com o mesmo site, lançou em 25 de novembro de 2014 (data que marca o dia da não-violência contra a mulher) uma cartilha tratando do assédio sexual contra mulheres em espaços públicos:http://www.defensoria.sp.gov.br/dpesp/repositorio/41/FolderAssedio.pdf

Ao que parece, não só no Brasil as manifestações contrárias a essa prática vem ganhando espaço: cruzando nossas fronteiras, além da antológica “cena do caminhão” em Thelma e Louise (filme de Ridley Scott, 1991), também ficou recentemente conhecido por aqui o vídeo norte-americano no qual se registrou uma atriz simplesmente se deslocando por Nova Iorque por 10 horas, e todos os assédios sofridos por ela. No vídeo abaixo, selecionei uma reportagem a respeito do vídeo exibida no Jornal da Rede TV!, na qual se menciona que a atriz que participou do experimento passou a sofrer ameaças de estupro:

Thelma e Louise: a cena do caminhão

A matéria no jornal da Rede TV! sobre o vídeo feito em NY:

No Peru, a campanha Silbale a tu madre, apoiada pela marca de roupas esportivas (especialmente boxe) Everlast, fez uma ação na qual se localizaram as mães  de dois assediadores previamente identificados, fazendo com que cada uma delas, devidamente disfarçada, passasse pela rua em frente ao próprio filho que, sem saber, dirige os tais gracejos à própria mãe:

Há, ainda, uma ONG internacional que propõe combater o assédio de rua: a Stop Street Harassment. Diante deste breve panorama, é razoável supor que uma parcela considerável da população feminina de diversos países se sente incomodada em ouvir de desconhecidos comentários de teor sexual sobre sua aparência.

Por outro lado, vozes de homens e mulheres se levantam em sentido oposto, afirmando que se trata de uma prática lúdica e sem maiores consequências, e que, ademais, muitas mulheres declarariam gostar de ouvir elogios na rua para fortalecer sua autoestima.

É o que aconteceu no programa Amor e Sexo (Rede Globo), exibido em 31/10/2014, cujo tema central foi o chamado “poder feminino”, sendo que a questão do assédio nas ruas foi abordada sob a rubrica de “cantadas inusitadas”. Uma das convidadas, a atriz Letícia Spiller relatou – ao som de gargalhadas do público, apresentadora e demais participantes – a ocasião em que, grávida (“mas de barriga ainda não aparente”, como que para explicar que como não se notava sua condição de pré-maternidade, sua imagem ainda estava sexualizada, e talvez aí o “inusitado” da cantada), um homem enfiou a mão por debaixo da sua saia em um evento público, e “pôs a mão ‘lá meeeesmo’, gente!”, explicou gesticulando em provável referência à sua vulva, o que, aparentemente, tornava o fato ainda mais hilariante.

Na sequência, a apresentadora Fernanda Lima convida ao palco um grupo de rapazes caracterizados como trabalhadores da construção civil, para que contassem no palco como são as “cantadas de pedreiro” que em tese fariam parte de seu cotidiano de trabalho. Desta vez, Letícia Spiller é chamada ao palco para que passasse pelos rapazes, sendo convidada pela apresentadora a repetir “a reboladinha da Babalu”, personagem de forte apelo sexual que a celebrizou na novela Quatro por Quatro, nos anos 1990, para que os “pedreiros” expusessem suas cantadas, tais como “Babalu, vem aqui que eu quero te mastigar”.

Tudo é tratado como uma grande piada – somente rompido pelo visível constrangimento de uma delegada de polícia, também convidada do programa, que, quando perguntada, informa que, sim, “enfiar a mão embaixo da saia é assédio” passível de punição na Justiça.

Uma semana depois, também na Rede Globo, o programa Tapas e Beijos voltou ao tema, desta vez narrando a história de um locutor de supermercado que, atuando no setor de açougue, dirige comentários às clientes do local com analogias de gosto duvidoso entre cortes de carne e partes do corpo das mulheres.

O conflito dramatúrgico se dá em torno do fato de a personagem de Fernanda Torres “achar ótimo” ir ao mercado e “ouvir umas gracinhas” (tais como “esse lombo é uma delícia”, ou “essa coxa é ótima, mas a sobrecoxa é melhor ainda”) e a personagem Flavinha (interpretada por Fernanda Freitas) sentir-se ofendida – e chamar seu noivo, Djalma, para defendê-la. É desafiador selecionar cenas e diálogos em um episódio tão rico em estereótipos de gênero, mas creio que não posso passar sem mencionar a fala da personagem de Fernanda para seu noivo Armane: “Mulher bem-tratada em casa não gosta de ouvir gracinha na rua”.

Fora da ficção, a psicóloga Viviane Mosé declarou em duas ocasiões recentes (no programa Encontro com Fátima Bernardes exibido em 10 de novembro de 2014, e na entrevista à Rádio CBN concedida em 04 de dezembro de 2014) que “a cantada no Brasil em geral é charmosa” e que a agressividade varia de uma pessoa para outra, mas não seria uma regra. Na rádio, argumentou que as mulheres “tem que saber lidar com simpatia” com o que denomina “o belo assédio”. Que, de mais a mais, querer controlar esse tipo de interação implicaria numa perda da “erotização do espaço público”, o que, na visão da especialista, seria um efeito negativo.

Do lado das opiniões masculinas, muitos declaram que não veem mal algum nas cantadas, e que fazem isso de forma “impensada” e “natural”.Uma reportagem publicada pela Revista da Folha em março de 2014 traz algumas declarações interessantes de homens entrevistados:

Um assobio não ofende, mas não pode ser mulher casada. Se for solteira, não tem problema. Não assobio porque não sei se ela é casada, se o marido ou namorado vai vir atrás de mim”, Benilson Leão, 53, camelô

“O que a gente mais faz aqui na oficina é ficar cantando as mulheres. As que não gostam não são gostosas. Costumo falar ‘meu sonho é você’. Uma ou outra não gosta, mas a maioria dá risada”, Daniel Borches, 33, orçamentista de funilaria

A campanha Chega de Fiu Fiu está arrecadando fundos para realizar um documentário sobre o tema. É interessante a fala de um rapaz entrevistado no trailler promocional do projeto, que declara com uma sincera naturalidade: “Se ela [a mulher em geral] não quer que mexam com ela, não saia de casa”:

Pois bem. Um debate só é producente se contemplar todos os pontos de vista sobre a questão e os analisar por diversos ângulos – e o Deu na TV se pretende um espaço democrático e por isso a proposta deste texto é procurar dar voz a todos os lados: mulheres e homens que afirmam não ver mal algum nessa prática, e, de outro, mulheres e homens que enxergam nela uma abordagem hostil e constrangedora.

Ainda, é igualmente importante que todos estejam na mesma página e falando da mesma coisa. Daí penso que um bom começo para discutir a prática social de dirigir comentários de teor sexual/erótico a mulheres desconhecidas em espaços públicos seja definir de quais situações estamos falando – e quais estamos deixando de fora, por caracterizarem, na minha visão, uma violência de gênero manifesta e inequívoca.

Primeiro: estamos falando de quem?

Acho que a maioria das leitoras e dos leitores do blog vai concordar que dirigir esse tipo de comentário para meninas recém-entradas na puberdade não é legal – embora aconteça com uma frequência absurda. Mas creio que podemos combinar aqui que crianças e adolescentes estão fora da brincadeira de “interação erotizada no espaço público”, pois acho que uma menina dos seus doze ou treze anos, que ainda está se acostumando com a ideia de ter peitos e quadris largos, bem como com todo o contexto que envolve essa mudança corporal, dificilmente vai ter repertório emocional pessoal para lidar com a situação de ser chamada de “gostosa” por um homem desconhecido e mais velho quando está sozinha na rua. Esses casos, quero crer, serão classificados como um assédio agressivo por uma parcela considerável das pessoas.

Segundo: estamos falando de quais condutas?

Igualmente acredito que as caras e caros leitoras e leitores em sua maioria concordem que toques corporais como passadas de mão, apalpadelas, beliscões e puxões de cabelo também estão fora da jogada quando não autorizados, seja no metrô lotado, seja na balada. Desta forma, vou aqui me restringir a analisar apenas ao que se fala às mulheres desconhecidas em espaços públicos.

Terceiro: estamos falando de quais lugares onde essas condutas são praticadas?

Pra este texto, estou escolhendo falar das ruas no dia-a-dia. Não vou analisar hoje as abordagens feitas em baladas e espaços afins, onde, sim, vigem regras diferentes de interação, e há quem considere haver uma presunção de que haverá paquera e onde – talvez – estabelecer um limite entre uma paquera divertida para ambos e uma violência desconfortável para uma das partes pode ser mais difícil. Estou falando aqui de caminhar na rua para ir à padaria, de correr para o ponto de ônibus no caminho para o trabalho, de ir buscar o carro no estacionamento na volta pra casa. Situações cotidianas nas quais uma abordagem erotizada entre desconhecidos não me parece ser uma presunção. Em outras palavras, não estou falando de paquera (aqui considerada como uma abordagem entre pessoas de quaisquer sexos e orientações sexuais, para fins de estabelecer um relacionamento afetivo ou sexual, o que pode ou não ser bem sucedido), nem de um elogio (aqui considerado como um comentário positivo a respeito de alguém, com a finalidade de fazer a pessoa se sentir bem).

Feitos estes necessários recortes, temos aqui os limites do que discutir: ser mulher, estar caminhando na rua e ouvir de um desconhecido um comentário de teor sexual. Como mencionei no início, para alguns – mulheres e homens – , trata-se de brincadeira saudável que torna o dia-a-dia mais leve e divertido. Para outros – também mulheres e homens – , é desconfortável e uma forma de coação e violência.

Debater é importante, ainda mais em um terreno tão pantanoso quanto das relações de flerte, com tantas ações subjetivas e “não-ditos” que tem tanto a dizer, justamente para que a convivência entre todos (homens e mulheres, de todas as orientações sexuais) seja amistosa, ou, no mínimo, livre de violência e coerção.

Por envolver tantos critérios subjetivos, traçar os limites do razoável não é tarefa fácil. Para tentar encontrar esses limites, vale mencionar uma campanha pública contra o assédio que vem sendo divulgada na Argentina, de realidade latina próxima da brasileira, e distante das criticadas friezas anglo-saxãs. A campanha reproduz em cartazes cantadas reais, tais como:

“Meteria no seu cu até que sangre”,

“Como chuparia suas tetas, morena”

“Que rabinho, meu amor!”

“Loira, faço tudo com você”

“Se te agarro, te faço outro filho” [segundo a reportagem do El País, esta é comumente dirigida no país vizinho a jovens mães com seus bebês]

“Gatinha, com essas tetas me saem dentes de leite novos”

“Ai, linda, com essa boquinha…”.

Após cada frase, a campanha dizia: “Se te incomoda ler isso, imagina escutar”, e ilustram bem o baixo nível a que as cantadas podem chegar.

Sem dúvida que essas frases não equivalem a um “bom dia, princesa”, ou “oi, minha linda”, ou “mas que maravilha”, e talvez alguns homens que dirigem estas últimas frases a desconhecidas nas ruas podem interpretar como exageradas as reações agressivas de muitas mulheres a comentários dessa ordem. Mas é importante ponderar também que o fato de as mulheres ouvirem comentários grosseiros por anos a fio, em praticamente todas as vezes em que saem de casa a partir do momento em que estão na puberdade (significa dizer que uma mulher de 36 anos convive com essa realidade há cerca 25 anos) deixa a tolerância de muitas bastante baixa mesmo para comentários vindos de homens que, de fato, não pretendiam soar agressivos. Mas onde colocar o limite? Quando o “princesa” vem acompanhado do silvo de ar entre os dentes e a língua? Ou quando o “maravilha” vem com um olhar acintoso para seios ou nádegas? Buzinar e gritar da janela do carro “aê, gostosa” e acelerar em disparada em seguida é legal ou é ofensivo?

Na mencionada entrevista concedida no programa de Fátima Bernardes, a psicóloga Viviane Mosé sustenta que é legal, pois “a cantada no Brasil, de modo geral, tem charme”. Na entrevista da Rádio CBN, ela argumenta que o espaço público “é lugar do erótico”, e que sente falta das ideias em voga nos anos 1970 sobre a liberdade dos corpos e uma sexualidade (que na minha leitura ela chama de) menos careta.

A estas colocações eu gostaria de ponderar o seguinte: afirmar que um espaço é erotizado é afirmar que há interações de conotação sexual entre seus ocupantes. E até concordo que isso, de per si, pode não ser um problema. O problema é que interação, para receber esse nome, depende de um ponto fundamental: reciprocidade. E só dá pra ser recíproco quando as partes envolvidas estão em pé de igualdade.

E aqui tenho alguma dificuldade em vislumbrar que essa interação erotizada no espaço público se dê em condições de igualdade entre os homens e mulheres envolvidos. Pensemos uma situação para ilustrar: uma moça sai às ruas ostensivamente vestida da forma que o senso comum classifica como sensual (digamos, vestido justo, curto, decotado, maquiagem chamativa, perfume doce e forte), e que o faça com a intenção de chamar a atenção dos homens pelos quais passa, porque se divirta junto com eles ao ser chamada de “gostosa”.

Digamos que ela considera os comentários como elogios, e, de fato, se sinta bem e valorizada por ser vista desta maneira. Digamos mais: na sequência de se insinuar e provocar intencionalmente todas estas reações do público masculino, esta mesma moça corresponda a um contato que homem trave contato com ela, e após tomar com ele duas cervejas, tope seguir para um motel, poucas horas após conhecê-lo, pois ela gosta muito de sexo e saiu às ruas vestida na forma que considera a mais adequada para conseguir um parceiro sexual eventual.

Defendo que a personagem estereotípica desta nossa narrativa está em seu pleno direito, e isso não a torna nem melhor, nem pior do que ninguém, nem vítima, nem heroína, nem santa, nem nada: apenas uma mulher que optou por exercer seus direitos sexuais dessa forma.

Mas, pergunto: será que ela vai ser vista como simplesmente uma mulher resolvida em relação à sua sexualidade e seu corpo? Ou, traduzindo em linguagem popular, a “piriguete” que “gosta da cantada de pedreiro” consegue fazer isso sem ser tachada de puta (lembrando que a alusão às profissionais do sexo ainda é feita, em geral, com conotação ofensiva)? Caso ela recuse uma investida de um homem que não a agradou, isso será visto como seu legítimo direito à liberdade de escolha de um parceiro sexual?

Me parece que não será vista dessa forma, e há dados com indicativos neste sentido. Uma pesquisa recente realizada com jovens de idade entre 16 e 24 anos pelo Instituto Avon apurou que 41% dos entrevistados acham que a mulher deve ficar com poucos homens, e 38%, que a mulher que tem relações sexuais com muitos homens não é para namorar.O relatório completo está disponível neste link:  http://agenciapatriciagalvao.org.br/wp-content/uploads/2014/12/pesquisaAVON-violencia-jovens_versao02-12-2014.pdf

A mesma pesquisa revelou que 68% das mulheres entrevistadas já receberam cantadas que consideraram ofensivas. A pesquisa feita pelo site Think Olga indica um percentual ainda maior: 88% das entrevistadas afirmaram não gostar desse tipo de abordagem. Este percentual justifica ser razoável supor que quem gosta de cantada é uma minoria de mulheres.

E aí importa perguntar: é o caso de defender o direito desta minoria de homens e mulheres que acham que “o mundo está ficando muito chato” porque uma maioria começa a questionar uma prática tão consolidada quanto das cantadas de rua? Haverá, no final das contas, uma colidência entre os direitos de chamar/ser chamada de “gostosa” e o direito de transitar pelas ruas sem se sentir incomodada?

Encontrar o equilíbrio entre tantas vontades – principalmente sendo estas relacionadas ao exercício da sexualidade e como ele deve se dar no espaço público – é um desafio. Não defendo que a solução se dê pela via da criminalização e de sanções rigorosas como multas pesadas ou prisão (salvo quando for, sem dúvida, caso de polícia: daí a importância dos limites que desenhei antes. Mexeu com criança ou colocou a mão sem autorização, sorry, mas nesse caso a questão esbarra nos limites da lei penal já existente). Menos ainda me agrada a sugestão da mesma psicóloga Viviane Mosé na entrevista à Rádio CBN de que as mulheres deveriam igualmente “assediar e constranger os homens”. Acredito, sim, que haja uma vontade de muitas e muitos de modificar esta prática – e modificar práticas culturais sempre depende de debate e de ouvir todos os lados e tentar criar empatia pelo lado do outro. Como equilibrar essa balança?

Talvez um começo de conversa seja focar a questão toda nas noções de consentimento e reciprocidade – e, para isso, é imprescindível reconhecer no outro um igual em direitos e merecedor de respeito. Defendo que a “piriguete do baile funk” curta sua balada de minissaia requebrando até o chão sem ser incomodada nem desvalorizada, e acho válido dar espaço à alegação das mulheres que afirmam gostar de ouvir as cantadas e que para elas isso não é nada grave, e por vezes, ao contrário, seria até mesmo desejado (embora entenda que seria salutar problematizar essa retroalimentação da carência feminina de um olhar masculino, de tal modo que a mulher somente parece validada e legitimada como tal a partir de um olhar lascivo seguido de um “ô, gostosa”, vindo de um completo desconhecido).

Mas será que também não é importante pensar que um percentual expressivo de mulheres não curte interagir de uma forma erotizada com desconhecidos – e aí defender o direito de chamar/ser chamada de “gostosa” não seria a imposição de uma certa forma de sexualização? Quando um homem diz que “toda mulher gosta sim, quem diz que não, está mentindo”, porque a palavra daquela que afirma não gostar é não vale para ele?

Se a briga for pra que homens e mulheres, de quaisquer orientações sexuais, desfrutem de suas sexualidades em pé de igualdade, sem julgamentos que vinculem o caráter de uma pessoa às práticas que ela adota na intimidade sexual, ótimo. Mas não me parece que seja o caso, pois a pesquisa do Instituto Avon indica que as/os jovens entrevistados têm visões bem diferentes sobre o que um homem ou uma mulher podem fazer nesse campo. Em outras palavras, quem está, realmente, tolhendo a liberdade sexual de quem?

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